quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Três Poemas Solitários

 Os próximos poemas não têm nome, foram escritos por mim há um ou dois anos acho eu.. sim mais ou menos e encontrei-os há algumas semanas perdidos no meio de alguns livros... Espero que gostem deles e comentem.


1º poema:

O Azul é o fogo da Paixão
Que enche o meu coração
O Azul é o mar
Que canta sem parar
O Azul é o céu
Claro ou Escuro como Breu
Irregular como a Paixão
Rebelde como o Mar
O Azul é tudo o que se possa imaginar
Torna-se leve e pode flutuar
Torna-se pesado e pode puxar
Podemos voar ou ficar enterrados
Assim como podemos morrer ou viver


2º poema:

Quando a escuridão envolve
E as mãos não mexem
Quando os olhos dilatam
E os cheiros desaparecem
Quando os ouvido se fecham
E o espírito se vai
Pensamos: É o fim
Para nós tudo acabou
Mas...
Quando a luz envolve
E as asas crescem
Quando as mão abrem
E o olhos Brilham
Quando os cheiros Regressam
E os ouvidos renascem
Pensamos: É o começo
Para nós a vida ainda só começou



3º poema:

A fraqueza é algo que aparece sem avisar
Não nos dá sinais para nos preparar
Quando damos por nós estamos
Deprimidos, cansados, fracos e a chorar
Ficamos na cama á espera de parar
A depressão chega
E nada nos aconchega
E tudo o que fazemos é magoar
Ficamos revoltados
Quando não aparecem resultados
Estamos á beira da loucura
Ao ponto de cairmos de um precipício
Mas é nessa altura
Que pensamos no principio
Como tudo era fácil como respirar
Desistimos, saltamos...
Só então paramos de chorar

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